Mas, afinal, propaganda é investimento?

Muitos pensam que propaganda é investimento.

Sou sempre categórica neste quesito, pois pra mim, não tem nada de investimento!

Investimentos, fazemos em bens duráveis ou não dentro da nossa empresa.

Propaganda é na verdade uma despesa fixa, e como toda despesa ela não pode ser cortada, porque necessitamos dela para poder fazer com que as coisas na empresa funcionem.

Somos capazes de ficar sem internet? Celulares? Energia elétrica?

E como que muitos empresários ficam sem propaganda e marketing?

Acredito que o fator principal seria da miopia e da distorção no significado que ela tem na empresa.

Propaganda vem do verbo PROPAGAR, que quer dizer:

Procriar(-se), ampliar a quantidade de descendentes – reproduzir, esparramar(-se) por uma região – espalhar(-se).

A propaganda possui várias técnicas em conjunto com a publicidade, podendo ser usada tanto para promover um produto comercial quanto para divulgar crenças e ideias religiosas, políticas ou ideológicas.

Exemplos de propaganda são panfletos, divulgação nas redes sociais, comerciais (de rádio/TV. A propaganda é também um dos métodos usados na guerra psicológica pelo cliente.

Por que então cortamos verba de propaganda dentro das empresas?

Ficamos sem propagar?

Esta é uma pergunta que não sai da minha mente sempre que vejo clientes cortando tudo, tudo de comunicação e propaganda dentro de sua empresa!

Claro! Eu como pessoa de vendas e de comunicação fico sem força para compensá-lo em pensar diferente, sabendo que minha opinião demonstraria no mínimo “uma vantagem real e direta”.

Longe desta demagogia, soa até errado, o papel fundamental da minha postura e dos profissionais de comunicação, é sim instrução.

Cortar seria manter-se sem água ou sem energia!

Cortar “propaganda” é deixar de propagar!

Não consegue manter por conta do Brasil, da economia interna, dos impostos absurdos?

Me diga um tempo neste País que não tivemos estas lamúrias?

E agora vamos falar um pouquinho sobre economia.

E quero saber um tempo neste país que não tivemos as lamúrias dos impostos altos, da economia decadente, dos políticos corruptos?

Nunca né…

Esse assunto polêmico e tão atual que os jovens devem pensar:

Poxa, sempre foi assim então?

Pois, pasmem!

Sim, sempre foi e sempre será!

Às vezes mudanças de um setor ou outro, mas sempre tivemos crises no Brasil, com influencias internas e externas.

E o que nós pegamos?

Nas desculpas de não “fazer e acontecer” porque os tempos estão duros e difíceis é claro, mas estamos muito errados.

Tem uma situação que percebo como vendedora (com muito orgulho e prazer) nesta minha jornada profissional:

Quando todos os investimentos estão bem, não precisam ser feitos porque “não tenho como atender o que recebemos aqui”…

Quando tudo está mal, os “investimentos” (chamada equivocada das despesas com marketing e comunicação) não podem ser feitos e até precisam ser cortados porque tem “a crise aí”…

Vamos acordar empreendedoras brasileiras e vamos nos espelhar nos americanos e europeus que tanto nos ensinam.

Crise ou não despesa foi feita para se ter e não para se pensar, lembre-se isso que vai te tirar desse sufoco.

Ah, antes de terminar esse post, me responda:

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Pri Queiroz

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